Sete cabeças ou uma só?

Novembro 8, 2010 at 12:42 pm (Aleatórios)

Acho que desta vez, mais do que o usual, eu pirei legal no título do post. Veja bem leitor, o que eu quis dizer é que as pessoas costumam complicar demais coisas que à primeira vista são incrivelmente simples (lembra do ditado do bicho de sete cabeças? D:).

Gostaria que você pensasse por mim comigo. Vamos considerar uma pesssoa hipotética, um ser humano do sexo masculino com algo entre 17 e 21 anos de idade. Até pouco tempo atrás esta pessoa inexistente se considerava completamenta heterosexual, sentindo-se atraída apenas por pessoas do sexo oposto (e estava bem feliz com isso, seguindo os ditos padrões “normais e aceitáveis” da sociedade).  Eis que certo dia este homem hipotético percebe que está se sentindo emocionalmente atraído por outro homem hipotético da mesma idade e círculo social similar. Qual a consequência direta? O primeiro homem hipotético (doravante GAYDAKU sujeito A) entrará em pânico.

Vamos pensar por um momento. Não, não vamos, não há o que pensar. Por que as pessoas fazem tanta tempestade em copo da água? Talvez meu exemplo tenha sido mal colocado (por causa de possíveis valores culturais, educação ou criação dada pelos pais, ideologia ou religião e o caralho a 4) mas ilustra bem o que eu quis dizer. Ontem eu aprendi uma coisa muito legal e importante com uma amiga (@mymainoffeder): As pessoas são diferentemente egoístas: seus problemas são sempre maiores. Será que não podemos nos concentrar mais no que acontece com os outros e deixar nossos dramas pessoais de lado? Qual é o problema em por um segundo ter sangue de barata e engolir uma provocação pra não criar uma briga?

Tenho aprendido muito enquanto penso nisso. Ás vezes vale mais a pena ter o orgulho ferido do que matar uma amizade.

Desculpa Mah. <3

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Reminiscences.

Abril 22, 2010 at 2:41 pm (Aleatórios)

Ontem eu estava na cama quando lembrei de uma das maiores merdas decepções da minha infância. ._. Tipo, sabe aquelas porras coisas que te marcam e provavelmente você vai lembrar e contar pros teus filhos pra dizer que eles vão lembrar e provavelmente contar pros filhos deles? Algo mais ou menos assim.

Lembrei de uma vez que eu estava de férias na casa da minha avó, e como naquela época eles eram ricos, e eu e meu tio que tem praticamente a minha idade quatro anos mais velho que eu estávamos assistindo TV a cabo, em algum canal de documentários para gays cults, provavelmente GNT.  Tipo, era um documentário sobre cirurgia plástcia e panz, em que doi irmãos gêmeos incrivelmente massivamente e horrivelmente feios queriam melhorar a sua aparência pra poder pegar umas cocotas. Na hora que o médico perguntou se eles tinham alguma inspiração para o rosto que queriam ter, eles humildemente apresentaram uma foto de Brad Pitt. Pois bem, seguiram-se uma meia hora de gravações de cirurgia plástica nojenta e parentes preocupados fazendo comentários imbecis que mostraram todos os procedimentos cirúrgicos que os dois passaram e tals.

O programa estava finalmente chegando ao fim, era a última propaganda e mostrava trechos da reação _OH MY GOOD_ das pessoas conhecidas ao encontrarem os dois depois de todo o processo. O programa foi aos comerciais e subitamente o sinal da TV foi pro espaço devido a qualquer merda possivelmente uma chuva, não lembro direito.

Até hoje eu tenho curiosidade de saber como estes ficaram no final do programa, e o fato de não lembrar nem o nome do pragrama, dos indivíduos e mal lembrar do canal torna uma procura na internerdz impossível. E até hoje eu lembro do azar. É uma merda.

Fiquem longe das dorgas.

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AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH!

Abril 11, 2010 at 9:36 pm (Uncategorized)

O sorriso do carinha depois que apaga o fogo é o melhor.

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Conceito de perpétuo #FAIL.

Março 25, 2010 at 8:01 pm (Aleatórios, Crítica)

Ah! Como se ainda assim estivéssemos preparados para os castigos dos Deuses! Se, mais ainda, estivéssemos preparados para o castigo no imposto por meros humanos a quem damos nosso poder de decisão! <- Eu dando uma de Hamlet –q. =D


Ontem eu tava assistindo o fantástico e duas matérias me chamaram a atenção para começar a escrever esse post. Uma das reportagens falava sobre um pirralho do capeta do demônho do gabrunhão do tinhoso do cão de 12 anos que havia assassinado à facadas a madrasta, sobre um pretexto que esqueci qual era mas não justificava. A outra falava sobre o filha da puta famigerado casal Nardoni (é assim que se escreve? ._.) – para o qual a Globo devia pagar um belo cachê – que está nessa semana sendo julgado pelo assassinado daquela garota de quem eu também não  lembro o nome. (Isabella? É  isso?). O que me chamou a atenção é o seguinte: Existe uma grande possibilidade de o pirralho de 12 anos americano ser condenado à prisão perpétua e do casal Nardoni ser condenado a aproximadamente 90 anos de prisão, o que dá na mesma já que os dois devem  ter uns trinta anos.

Mas então eu pensei em um detalhe de nosso inútil esculhambado corrupto falho filho da puta mesmo Sistema Judiciário: Um preso, por mais condenado que seja, não pode passar mais de trinta anos na prisão. Isso significa que o casal, mesmo se condenado a 900 anos engaiolados no Zoológico Munipal de Curitiba, o que seria adequado, convenhamos não poderá  passar mais do que trinta anos preso. Enquanto isso um pirralho – por mais endiabrado que seja -  irá passar looooooooooongos anos de uma loooooooooonga vida sendo estuprado diariamente por vááários assassinos, ladrões, e – pasmem – pedófilos. Não tenho  uma opinião exatamente formada sobre o que deve ser feito com o Americaninho de Lúcifer, mas sobre a punição do casal eu tenho: Não é suficiente.

Façamos uma conta de matemática básica: A <Isabella? o.o> tinha o que… 6 anos quando morreu? Acho que era isso, um pouco mais um pouco menos. Digamos que ela vivesse até os 70 anos, o que é bem pouco considerando-se o padrão de vida da família e as perspectivas para nossa geração. Se eles forem mesmo os assassinos, roubaram 64 anos de vida dessa garota. Ficando presos trinta, não terá sido feito nem metade de uma ‘justiça’.

No post passado eu disse que estava me esforçando para me orgulhar de ser brasileiro e tals, que nosso país estava conseguindo alcançar super potências. Bem, fica difícil sentir algum orgulho desse jeito,  por mais que eu me esforce.

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Sério que isso existe?! SÉRIO MESMO?! G_G

Março 18, 2010 at 11:17 pm (Aleatórios, Crítica)

Pois bem. Estava eu dando em cima de uma garota legal no msn quando ela me manda ver esse vídeo. Atitude óbvia: Risada. Muita. Risada.

Cara, eu tenho tentado considerar que não é ruim ser brasileiro. Nosso país vem ganhando holofotes no cenário mundial, nossa língua é uma das mais complicadas existentes no globo o que só alguém que faz Letras acharia sécsi e nosso carisma natural se você não mora em curitiba e notável curiosidade por novidades tecnológicas e dorgas tem sido a nossa marca e passaporte para o primeiro mundo como país em franca e larga ascenção. Mas ao notar que esses caras estão cantando essa merda em português, eu juro que sinto vontade de vomitar.

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Llama llama duck. (8′

Março 4, 2010 at 9:47 pm (Aleatórios)

lhama (lha.ma) sf (quíchua llama, via cast) Zool Ruminante camelídeo (Lama glama) que ocorre no Peru, Bolívia e Noroeste da Argentina; sua lã é aproveitada na indústria e, nos Andes, é domesticado e usado como animal de carga.  Música irritante. Pato. Var: lama

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Carnaval acabou. Contemos nove meses, then. :3

Fevereiro 23, 2010 at 3:38 pm (Aleatórios, Micropost de Crítica)

Carnaval acabou em nosso favelão país. Lembram-se das propagandas preventivas contra surubas, libertinagens e safadezas a falta de bom senso cuidado no rala e rola na hora do sexo? Nada como <insira o  nome de uma atriz random da Globo aqui> desfilando no meio de um monte de dorgados sambistas vestidos de preservativos e falando subliminarmente contra o sexo sem capa desprotegido né? . . . Não. Quando é que vão aprender que a população só aprende quando for escandalizada? :B

Duude, acho que esse foi o post que eu mais zuei até agora. ._. Juro que vo me controlar pra não fazer de novo. :D /ounãoq

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Massa boa pra mim é Lasagna.

Janeiro 31, 2010 at 5:15 pm (Aleatórios, Crítica)

Pra variar um pouco, vou escrever sobre algo que me deixa puto: O raio da cultura de massas.

Vamos pensar assim: Big Brother Brasil,  Crepúsculo Saga e High School Musical são modelos de entretenimento altamente idiotizador. Me deixa indignado o fato de que estes exemplos sejam o centro das atenções de boa parte das pessoas que eu conheço: Pela falta de contato com coisas que realmente valem a pena  ou que ‘dão mais trabalho para gostar’, as pessoas se prendem ao entretenimento facilitado: A coisa é tão idiota que você não precisa pensar muito pra entender significados. Exemplo: Ninguém precisa de uma analise socio-ideológica  pra entender o sentido da letra de música sertaneja “Você não vale nada mas eu gosto de você”.

Porém, eu não consigo entender o outro extremo: Gente que pensa que só por que certo objeto de cultura foi idolatrado pela mídia e amplamente popularizado, não presta mais. Um bom exemplo seria o famigerado (e pro qual eu pago pau, todo mundo sabe disso,  porra) filme Avatar.

Puta que o pariu,  o filme é bom pacas, todo mundo acha isso. A critica  cansou de babar ovos pra ele, que desbancou um drama no Globo de Ouro (e só quem  conhece o meio pra entender o que significa um filme de ação e ficção científica desbancar um drama em qualquer prêmiação de melhor filme). O fato: Tem gente que está taxando o filme como ‘cultura-de-massas-que-não-vale-a-pena-ser-assistida’ e simplesmente não vai assistir. O pior: menospreza quem gosta do filme e o defende. Eu usei o filme por ser um bom exemplo que está em voga, mas isso pode ser aplicado à quase qualquer tipo de entretenimento.

Dando outro exemplo: Harry Potter. Pessoalmente acho que a literatura infanto-juvenil não teve nenhuma contribuição melhor do que Harry Potter neste século (Se demoníaco ou não, pouco me importa). Não gosto – já gostei na minha época ‘infanto-juvenil’ – mas não fico de cú doce para com quem gosta. Tivemos nosso Monteiro Lobato então deixe que os britânicos tenham sua J.K. Rowling; Ela é uma ótima escritora e isso ninguém pode contestar.

Tem mais ainda. Existem certos temas que não importa se abordados de maneira meia boca ou completamente magistral, eles SEMPRE farão sucesso, como por exemplo a nossa amada Ficção Científica. Não importa que ela seja escrita e dirigida por James Camerron ou Stephanie Meyer, sempre será um  tema popular e comentado, portanto fazer um preconceito só por causa da falta de ou grande popularidade de algo é  uma das coisas mais estúpidas que o ser humano faz hoje em  dia.

Além do mais, quem pode me garantir que a J.K. Rowling não será considerada alguém do nível de Agatha Christie daqui há uns 100 anos?

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Esteriótipos.

Janeiro 8, 2010 at 11:42 am (Aleatórios, Micropost de Crítica)

“Não gosto de me prender à rótulos…”

AH, VÁ SE FODER!

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“São como neurônios de um cérebro!”

Dezembro 19, 2009 at 1:01 pm (Aleatórios)

Sabe aquele filme que te marca? Que tu acha que nunca mais vai ver nenhum que seja tão bom? O da minha mãe é Top Gun. O do meu pai é Contatos Imediatos de Primeiro Grau ou coisa parecida. O meu é Avatar.

Eu fiquei sabendo desse filme quando fui assistir Distrito 9. Era um cartaz gigantesco com uma metade de cara azul cheia de brilhantes, escrito ‘Avatar’ no topo; Eu logo de cara achei que fosse do desenho animado ‘Avatar’, que fez modinha há pouco tempo atrás, então logo que cheguei em casa fui pesquisar: James Cameron (Exterminador do Futuro I e II, True Lies, Titanic) prometia uma revolução no modo de assistir cinema juntando o que há de melhor e mais inovador na computação gráfica com o que há de mais surpreendente na tecnologia 3D.

A história mecheu comigo logo de cara: Humanos que chegam de bicudos em um planeta que não é deles e entram em confronto com nativos azuis overpower montadores de dragões. Descontei o clichê “um soldado metido a besta se une por coincidência aos nativos e muda de lado”, e decidi que seria a minha ansiedade orgasmática anual. Depois assisti o trailer e decidi que não importava quantas cabeças tivessem que rolar, eu iria na estréia. Quando vi o trailer extendido no cinema tive orgasmos múltiplos.

Confesso que quase tive uma recaída quando li a crítica nessa segunda: “Avatar faz fama em cima de clichês e computação gráfica exagerada”; “Avatar é simplório e inocente”; “James Cameron não consegue igualar seus trabalhos anteriores”. Essas foram algumas das piores, a maioria o qualificavam de ‘bom’ para ‘ótimo’ mas mesmo assim eu tremi na base. Comprei meu ingresso três dias antes, para a sessão de estréia às duas da tarde, e hoje estávamos eu e meu irmão correndo pelo Shopping quase cinco minutos atrazados.

Assisti. Saí da sala e a primeira coisa que fiz foi passar no caixa e comprar a camisa do filme.

Avatar simplesmente beira a perfeição. Sua história é simples e até mesmo batida, mas ganha pelos detalhes explorados. Seus personagens carismáticos – próprios de filmes americanos destruidores de bilheterias – fazem jus à história, interagindo com o mundo de Pandora, que parece ganhar vida a cada cena, como se estivesse interagindo com os atores. Com Avatar, pode-se dizer que o diretor conseguiu criar a computação gráfica mais perfeita existente: Não se pode distinguir um cenário real do que foi criado pelo computadores.

Falhas? Existem. Principalmente quanto a cultura dos Na’vi, que é extremamente parecida com a cultura tribal dos humanos; E eu não consigo aceitar que culturas tão parecidas fossem nascer em planetas diferentes. Mas falando sério, se a indústria do cinema se movesse em função de críticos, filmes cult dominariam. Se o povão gostou assim mesmo (e eu gostei. U_U) então por que se preocupar? Sinceramente, até a cultura nos Na’vi é justificada dentro da história do filme, então não sei nem se isso pode contar como um erro de verdade.

No início deste ano eu esperava ’2012′ com ansiedade, e ao que todos dizem, é um fracasso. Avatar com certeza salva a indústria cinematográfica de alguns anos de EPIC FAIL. De repente vemos um luz no fim do túnel.

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