Até nisso tem cotas? D:
Micropost de protesto:
O que raios o Barack Obama fez para merecer o Prêmio Nobel além de ser incrivelmente popular e negro? Existem cotas raciais pra ganhar prêmios fodões? Eu juro que não sabia disso.
E mais: Que raio de líder mundial discursa justificando a guerra no oriente médio logo após ganhar o prêmio Nobel da Paz?!
O brinde custa caro. Caro demais.
Bem, para que você possa dar muita risada da minha idiotice entender exatamente o que aconteceu, por favor imagine a cena seguinte com o máximo de precisão.
Eram nove e meia da noite. Eu havia trabalhado e estudado naquele dia inteiro, estava morto de cansasso e morrendo de vontade de chegar em casa e jogar Grand Fantasia enquanto ouvia Lacuna Coil. Era só o que eu queria, caramba. Desci todas as escadas e rampas em tempo récorde, e quando cheguei na porta de entrada, qual não foi meu horror ao ver aquela garota com aquelas duas porcarias de revistas e aquele maldito papel nas mãos. “Tudo bem”, pensei “É só dizer não e desviar”. Antes mesmo de eu passar pela porta ela falou.
- Moço, temcartãodecrédito?! – Disse a infame. Imediatamente o meu senso de aversão a mentiras me impediu de negar.
- T-tenho. – Corri.
- VisaouMastercard?!
- Visa. – Corri mais.
- Entãoperaíquevocê ganhou um brinde!
Parei. Malditos sejam meus instintos brasileiros de valorização do gratuito.
Ela falava rápido, e eu queria ir para casa. Eu ia apenas pegar meus brindes – duas revistas da semana retrazada – e ir pra casa me internar no computador por algumas horas antes de ir dormir! Mas sabia o que estava fazendo, aquela megera. Ela falava rápido como eu nunca antes havia ouvido alguém falar. Quando ela me perguntou se eu gostava de ler, a resposta foi automática: Sim, faço Letras. Eu quis chorar quando ela me disse que fazia Comunicação Institucinal na mesma faculdade, ambos os cursos do mesmo departamento. “Merda, ela criou simpatia. Simpatia nunca é bom”, pensei.
Bem, de acordo com o que minha mente atordoada conseguiu processar, ela me oferecia uma assinatura semestral da revista IstoÉ – que custa normalmente 600 e tantos reais – gratuitamente, cobrando apenas os custos da postagem dos correios, que se resumiam a dez parcelas de 20 e poucos reais. De brinde, eu ganharia uma assinatura anual de uma revista escolhida por mim de uma lista que ela carregava. Quando ela me mostrou a lista, a primeira que me bateu nos olhos foi a revista ‘Planeta’, que tinha o que eu julgava ser uma Jaguatirica na capa. Pombas, a revista se chamava ‘Planeta’ e tinha uma Jaguatirica na capa! Ninguém pode dizer que não era sobre naturalismo/ecologia.
Resumindo, eu fiz a maldita da assinatura me achando o tal: “Irei aumentar minha bagagem cultural! Papai e mamãe vão ficar orgulhosos de mim! :’D”. Ledo engano, to me sentindo o pior dos otários até agora. A tal da revista Planeta não tinha nada de ecológico: A ‘Jaguatirica’ da capa não era nada mais que um gato malhado da repotagem de capa – O poder telepata dos animais ou algo do tipo. Sim pessoal, o Tom aqui fez assinatura de uma revista paranormal/esotérica.
Estou tentando me consolar acreditando que realmente a assinatura semestral da IstoÉ é 600 paus por mês e achar que fiz um bom negócio, mas de qualquer forma, eu juro pelo seu cadáver meu querido leitor, que nunca mais vou parar pra ninguém na rua.
Minha mãe está morrendo?! Eu checo quando chegar em casa.
Eu devia ter dito isso no primeiro post.
Pra quem lê, ‘On the Way ~’ parece ser um nome clichê imbecil que qualquer adolescente escolheria pra um blog idiota e de vida curta. Talvez seja, mas eu gosto de enfeitar com um significado gay.
Com certeza eu devia ter dito isso no primeiro post, mas o título do blog, ‘On the Way’ tem um significado cute, que serve para nada mais nada menos que mostrar subjetivamente para os outros o quanto a minha vida é uma merda. Ok, nem tanto. Acho que é mais pra classificar minha vida como uma merda da qual eu ainda não desisti. O título vem da música de Hound Dog – Rocks, a primeira opening do anime Naruto sim, eu tenho meu lado otaku, poha. Pra quem não conhece, vou colocar aqui a parte com a qual mais me identifico e de onde veio o nome.
Ura kitte kita shin ji nagara
Kitsune te kita inori nagara
Dare no koto de naku dare no sei de naku
Ore tachi no ima wo
Itami hodoki kokoro hodoki kage wo hodoki
Iki wo tsunete hashiri nukero yami wo saite
Kana shimu koto mo yume o miru koto mo
Owari wa shinai on the way
E agora a tradução. :3
|
Sobrevivendo (?) ao fim de período
Por que Deus sabe que Filosofia Geral aplicada à linguística só pode ser obra do capeta.
Dois trabalhos, quatro provas, um seminário, litros de suor e horas de oração. Pedido de arrego misericórdia para os professores carrascos e félosdaputa que riem da sua cara quando você vai pedir pra entregar aquele trabalho que a impressora não funcionou quando fui imprimir e depois acabei esquecendo. As primeiras notas aceitáveis no semestre, tudo pra conseguir pegar final e depender daquela última prova desesperadora pra tentar não pegar dependência. Oh meu Deus Tom! O que é isso?! O fim do mundo?! 2012?! O nono círculo do inferno?! DD: Não, meus queridos leitores. Isto é fim de período da faculdade. É bem parecido com o fim de ano no colégio, com a diferença de acontecer a cada seis meses e você não ter certeza nenhuma que vai passar por conselho.
Ah sim, é por isso que eu não tenho escrito muito.

Fim de semana Desastroso, oi.
Sim, desastroso e nada menos que isso.
Começou com a linda manhã de sábado, em que eu acordei atrasado depois de madrugar escrevendo o relatório da UPA pro congresso da manhã seguinte, em que eu teria que deixar de comparecer e consequentemente ter meu saco enchido pra ir fazer a reavaliação de Morfofonologia, um dos piores pesadelos da atualidade universiotária. Fiz a porcaria da prova, acho que consegui média o suficiente pra ficar pra final.
Atoron essa vida de merda.
O resto do sábado foi um pouco melhor. Meu irmão foi com meu primo passar a noite na academia de taekwondo comemorar o aniversário do professor. Saí com pais e tio pra ir no Largo da Ordem – e caracas, só quem mora em Curitiba pra saber o que quer dizer ir no Largo da Ordem sábado a noite. Foi legal, por incrível que pareça meus pais praticamente sentem orgulho de me ver bebendo, então como não tava pagando, me esbaldei. :B Ok, nem foi tanto, só bebi umas Smirnoff por que não podia correr o risco de ficar bêbado com eles por perto. ¬¬’ Foi legal, o fim da noite teve até o presente de ver uns manos tomando pwned da polícia antes de entrar no táxi. HAHAHAeurilitros.
Mas o pior foi com certeza o domingo. Ok, normal até as dez da manhã na igreja, quando de repente minha mãe aparece chorando. ._. Motivo? Marcelo, o irmão mais velho do amigo do meu irmão (que também tinha ido na tal academia), com quem eu havia tido algum contato há uns meses atrás, tinha morrido atropelado (por um caminhão, soubemos depois) às 8:00pm na noite anterior. Daí começou: Visitar a família, comunicar pessoas que poderiam ajudar, arranjar o lugar do velório, etc. E adivinhem quem tava no meio disso tudo e ajudando com isso tudo? Eu-sama, lógicamente.
O velório foi marcado pro domingo à noite, logo depois do culto na minha igreja, então podem imaginar o clima mórbido. Depois do culto, começaram os preparativos pra recepção. eutavalá Notem que aqui em Curitiba, domingo a noite, a poha do céu caiu. Qual foi o resultado? Logo antes de trazerem o corpo pra dentro, a luz cai na quadra inteira. E quer saber mais? Ela não voltou tão cedo. Remédio? Nenhum, faz o velório a base de velas e lanternas. E quem mora perto da igreja e pode arranjar lanternas? Eu-sama de novo, logicamente. E perguntem se alguém imaginava que ia chover e trouxe guarda-chuva? Logicamente que não. Então eu fui, peguei as lanternas e voltei pra igreja, pingando mais que Itaipú em dia de vazante. isso tudo pra não comentar que eu tive ainda que ajudar a carregar o caixão escadaria acima. Sono é pros mortais, quem é macho fica a noite inteira junto com a família, e puta que pariu, eu devo ser macho bagarai. Matar faculdade no dia seguinte e seguir com a vida sem imaginação pra postar algo que preste no blog, that’s the way you do it.
Não me entendam mal, eu realmente fiquei mal por que o Marcelo morreu, mas alguém lá em cima devia tar muito sacal com minha cara pra me fazer tudo isso em apenas dois dias.
Luto por Marcelo Rodrigues, quem eu nem tinha contato direito, mas que sei que era um cara decente simplesmente pelo fato de ter a minha idade com três faculdades nas costas.
Quando ursos polares faziam sentido
Cãezinhos do Canil, Ronald McDonald, Ultraman, O Quinto Elemento, Ursinhos Carinhosos.
Qualquer pessoa que tenha no máximo 19 anos vai saber responder com facilidade o que os citados acima tem em comum: Marcaram vidas de crianças durante a melhor década que já existiu: Os anos 90. Tá certo, cada um vai defender com unhas e dentes a época em que nasceu (a não ser que tenha sido na Alemanha Nazista, mas isso é outro caso), mas dude, como eu amo a década em que nasci.
Acho que dá pra descrever aquele tempo como ‘a época da classe média’. Era barato depender de dinheiro pra ser feliz, como nunca antes havia sido ou algum dia será. Pessoas que não nasceram abastadas, ou fruto de uma gravidez acidental podiam ir no McDonald’s uma vez por mês sem ter que fazer um empréstimo bancário, conseguiam fazer os filhos felizes sem ter que apelar pra um monitor. Televisão de manhã era o melhor passa-tempo do mundo: Ursinhos Carinhosos, He-Man, Cavalo de Fogo, Pokémon, Digimon, Power Rangers. A tarde, o negócio era sair pra brincar na rua com os amigos, aproveitar o matagal atrás de casa pra jogar esconde-esconde. Quando o Sol estava muito quente, o negócio era brincar com bonecos de ação (quem lembra de Shurato?). A noite dava pra ligar no Cartoon Network (na casa do tio rico, lógico) e pegar DragonBall Z, logo antes de sair pela casa soltando Kamehamehas nos primos. Foi perfeito.
Mas o melhor presente dos anos 90 pra mim foi a ignorância.
Crianças não precisavam ser inteligentes. Não precisavam ser melhores do que a escola pedia. Cara, como era bom ter bonecos dos Power Rangers que mudavam só a cabeça apertando no cinto. Eram feios pra cacete, mas a ignorância nos fazia vê-los exatamente como eram no seriado (o qual não perdíamos um, lógicamente.) Ser ignorante era uma benção, e eu posso dizer com certeza que hoje em dia as crianças são menos felizes por terem ao longo dos anos deixado de serem.
Eu não dava a mínima pra qualquer coisa que não fosse a próxima brincadeira de faz-de-conta que teria. Não me preocupava com nada além da possibilidade de Ash finalmente conseguir vencer a Liga e virar o maldito Mestre Pokémon (algo que eu envelheceria 10 anos esperando, se ainda me importasse com Pokémon D:). Situação financeira não me importava, já que a TV era aberta e a rua era domínio público. Meus pais se separando?! Isso era coisa que acontecia na família dos outros, não na minha. O natal era a época mais bonita e alegre do ano, quando começavam a passar as propagandas dos ursos polares da CocaCola (e quando estas propagandas eram feitas para serem bonitas, não nonsense. Entendeu agora o título?).
Não sei como é ser criança hoje em dia, mas qualquer um nota que é um saco. Não é ter um mundo de imaginação bem debaixo da cama. Não é odiar chuva por que daí é obrigado a ficar em casa. Não é poder chorar na frente dos adultos pra conseguir o que quer. as crianças de hoje em dia tiveram suas asas cortadas, e qualquer possibilidade de desenvolvê-las negada, pois foram presas em gaiolas.
Eu sou da geração Mighty Morphin. Tenho orgulho de dizer que era uma criança manipulável e alienada, simplesmente por que desse jeito era muito mais divertido.
I. Aquele que as sombras não acompanham
“Ante à vida e a morte, o ser humano prefere a vida, ainda que amarga e dura, curta e sofrida. Quem dera nossos iguais nos dessem a chance de vivê-la com dignidade!”
- Mathos Somg Segroduir
I.1
Do terraço do prédio, Adam Lustcrest tem exatamente o que precisa. Completa visão dos passos do alvo. Mesmo daquela altura, ele sabe que é aquela pessoa. Também por causa do jeito de andar, e da movimentação das pessoas em volta dele. Dos que por ele passam, alguns não podem deixar de ter a atenção presa por alguns instantes. Vez por outra alguém o para, mas ele não se demora.
A vítima, de nada sabe. Nâo tem como saber de algo. Vive em seu mundo particular, com fãs o cercando por todo lado e o brilhos dos holofotes ofuscando sua visão para o óbvio. Leon Delk, como o chamam, é um dos maiores astros do rock da atualidade. Tem os cabelos radicais em forma de spikes, descolorido nas pontas. Seu corpo, alto e magro, condiz com uma beleza típicamente alpina, com a pele branca e os olhos azuis claros. As roupas de couro preto, são, para muitos o resgate de uma moda antiga. Para Adam é apenas um sex appeal que deu ridiculamente errado. Sua música influencia massas de adolescentes e adultos, de uma maneira não tão feliz. Suas letras, logicamente de modo não explícito, incitam o racismo e nazismo. É ícone popular entre gangues de skinheads. Desde seu primeiro sucesso, “Monkeys go down”, lançado a pouco menos de um ano, os crimes envolvendo manifestações racistas aumentaram cerca de 9%, o que, em um mundo dito “civilizado” pelos políticos, é inaceitável. Depois de algum tempo de pesquisa, Adam tambem descobriu que aquele homem havia pertencido a um grupo skinhead responsável pelos homicídios de alguns mendigos de rua e jovens judeus nas ruas de Kuster City. Mais um pouco de pesquisa revelou sua decendência de austríacos, oque não era um crime, mas corrobora as suspeitas de Adam.
A impotência das autoridades, quanto à falta de provas e o escudo de popularidade que envolvem este traste, incitaram a ira de Adam. E essa foi a ruína do astro.
Correndo na direção de outro terraço, ele pula, saindo já na esquina onde Leon Delk vira, em direção à uma parte sombria do seu bairro. Com maestria de anos de prática, Adam prende um gancho ao redor de um gárgula de cimento, e usando um nó elaborado, prende uma fina corda à ponta solta do gancho. Passando a corda pelas costas, pulou do alto do prédio. Sente a vibração da corda, sendo retesada, passar pela superfície de couro das luvas. Está com a cabeça para baixo, se atirando como um míssil. Quando calcula que os 100 metros de corda começam a se esgotar de sua pequena mochila, usa as mãos para diminuir a velocidade com que cai, até parar de cabeça para baixo. Enrosca o pé em volta da corda, e usando a força das cochas e dos braços, se gira em 180º, pisando na própia corda e ficando de pé.
Ainda faltam 50 metros para o chão, e ele não pode deixar que o alvo se afaste demais. Verificando que ele já estava 3 quadras à sua frente, decide deixar um pouco do cuidado de lado. Com a mão livre, corta a parte da corda que o prendia ao gárgula 100 metros acima, e começa a cair. Usando mais um gancho, igual ao primeiro, ele pára subitamente a queda ao se prender em uma grade de janela. Aproveita o récuo do próprio corpo para se lançar à frente, e, aproveitando o fato de aquela rua ser extremamente estreita, cai, convenientemente, em cima de um toldo de lona que protege uma sacada da chuva. Este, se rasga com o impacto, fazendo com que ele caia mais alguns metros em outro toldo, de mesma finalidade. Agora, 10 metros o saparam do chão, e três quadras e meia de Leon. Olha em volta, não vê ninguem. Pula de cima do toldo, chega ao chão e usa um rolamento. Seus pés, tensos, porém treinados, logo se recuperam do choque. Ele começa a andar, normalmente, na direção da vítima. Anda rápido. Sabe para onde ele está indo. Sua sorte é que Leon não gosta de se sentir como um astro normal. Compra suas drogas sem ajuda e sem medo da polícia. A sorte de Adam, é que os lugares onde se vendem drogas, são frequentemente separados do resto da cidade por zonas escuras e inabitadas. É onde Leon está agora, acompanhado de dois guarda-costas, provavelmente arranjados para ele pelos traficantes.
Adam, ou Fenrir, seu codinome dentro da organização, já sabe o que vai fazer. Foi tudo premeditado, com todas as variantes friamente calculadas, com a ajuda da frieza mestra de um Assassino. Depois que Adam decide que chegou a hora, apenas o ar separa a tesoura do fio da vida de Leon.
Ao notar que não havia mais ninguem além deles dois na rua, Adam começa a correr. Prentende executar o trabalho antes que a vítima atravesse mais um rua. À frente, nenhum dos três percebe os movimentos. Quando alcança dois metros de diferença, Adam pega uma comprida faca que leva escondida por baixo do sobretudo preto. Lança na nuca do guarda-costas da direita, que apenas cai sem fazer ruído – Um. Ao notar o movimento ao seu lado, o Segundo guarda-costas se vira para trás, apenas para ver o companheiro morto ao lado. Não tem tempo de falar algo. Um vulto vindo de cima atravessa seu crânio – Dois. Leon nota que seus dois últimos passos não são seguidos pelos empregados.
- Qual é a de vocês?! – Ele vira o corpo, com a cabeça logo depois, atrasada – Vamo logo pow!
A visão que tem é a de uma capa preta agaixada, retirando uma adaga da nuca de um dos dois corpos mortos de seus guarda-costas.
- Que porra é essa?!
- Leon Delk. Você é acusado de deturpação de massas e envolvimento com grupos racistas e nazistas. Como seu juiz, eu o declaro Culpado.
- Quem é tu porra?! Que merda é essa?! – As pernas fracas pela visão se tornaram moles como borracha. Ele cai sentado no chão.
- Meu nome é Fenrir. Seus atos chamaram minha atenção, e eu decidi que se não fosse tomada uma atitude contra sua subversão, eu iria tomar a frente de seu julgamento.
- Peraê cara! Quem que tu acha que eu sô mano?! Eu nunca matei ning… – Subitamente, Adam se virou de frente para a vítima pela primeira vez. Com dois passos mais rápidos que a velocidade de reação do homem, ele corta horizontalmente a boca do astro, com a faca chegando ao maxilar, que fica pendendo no pescoço. O grito desesperado, atrapalhado pelo sangue que jorrava para a calçada, em nada parecia com a voz que cantava nos shows, mundialmente televisados. Inutilmente, ele tenta segurar a boca, mas não resiste a dor de tocar na área. Evitando ser sujo pelo sangue jorrante, Adam se distancia.
- Lembra-se de Jerediah Simmons? Era um jovem de 15 anos, de família judaica, que havia saído de casa a noite para procurar seu cachorro, que tinha fugido pelo portão na hora que ele ia entrar em casa. Ele havia trabalhado por 10 horas naquele dia, e estudado 4 a mais. Precisava de ajuda em exatas, e por isso havia ficado mais tempo na casa de sua namorada, Roanne, estudando. Ele cruzou o outro lado da rua quando o seu grupo saía de um beco onde haviam acabado de fazer uma orgia com duas prostitutas. Eram em 5 homens contra um adolescente. Ele não teve a menor chance.
Leon estava agora deitado no chão, gemendo de dor e se engasgando com o própio sangue.
- Vocês o estupraram, degolaram, e mandaram a mandíbula dele pelo correiro para os pais. Esta não é a única história que acabou em sangue por sua causa. E neste momento, a sua tambem termina – em seu próprio – sangue.
Deitado, semi-morto pela dor e pela surpresa dos acontecimentos repentinos, Leon não conseguia acompanhar direito os movimentos ou as falas de Adam.
- Seus lamentos devem lembrá-lo quantas pessoas fizeram este mesmo som para você, ou por causa de sua música suja. – Adam chegou mais perto – Mas eu não vou me igualar à você e ter prazer em ver a dor de um homem. Me faça o favor de morrer de uma vez. – O Asassino pega o homem mutilado pelos cabelos, e o joga de costas na rua, alguns metros à frente. Com precisão, atira a mesma faca que usara para matar o guarda-costas na nuca de Leon. A morte, para este, foi como um copo de água gelada no deserto.
Este é o primeiro capítulo de uma de minhas primeiras fics, que narra as ações de um assassino em um período de tempo futurista e caótico. ._. A história, na minha opinião, é meio clichê mas eu dei uma originalizada criando uma série, chamada Niffl, onde conto a trajetória deste assassino desde seu nascimento e infância até sua ruína. Fenrir, a primeira história da série, conta os acontecimentos ocorridos durante o tempo de degradação da Niffl, tem vários mistérios e perguntas não respondidas. Na segunda história, Lustcrest, os enigmas são praticamente em sua totalidade revelados, principalmente detalhes da infância de Adam e suas relações de amizade com as outras pessoas-chave que irão aparecer nesta história. A terceira se passa em um período de tempo posterior à Fenrir, quando a Niffl deixa de ser uma organização secreta. Estou parado (há um bom tempo. >_<’) no terceiro capítulo de Lustcrest, mas pretendo continuar até terminar a série. Mais pra frente, pretendo reescrever Niffl com total liberdade, sem me prender à cinco capítulos. :X Quem sabe não é minha entrada para o mundo do literário-pago… :B
Egoismo + burrice = ?
Uma das coisas que eu odeio nessa vida são as pessoas. ._. Isso mesmo, seres humanos, estes meros 7 (ou seriam 8?) bilhões de criaturas feias que inundam nosso planeta azul. :3 Não maliciem, eu tenho hormônios e acho mulheres bonitas E do que eu falo essencialmente ao dizer que seres humanos na sua maioria não prestam? Egoísmo e burrice. Ou ambos mesclados em um defeito que, de tão estúpido, ainda não existe. “Nossa Tom, você então se considera melhor que o resto da humanidade? Seu imundo metido!
” <- Não, realmente não. Eu me considero um ser humano lixoso como qualquer outro é. Eu ando de ônibus e sou responsável pelo CO2 jogado na atmosfera, eu como carne (Quase parando, mas ainda como) e sou responsável pela matança indiscriminada de animais inocentes, sou apolítico e sou responsável pela liberdade com que corruptos dançam em cima de nossa ‘justiça’, mas sinceramente, eu sou melhor que alguns pelo simples fato de evitar todas estas coisas.
Ando de ônibus quando tenho que atravessar a cidade mas consigo andar de bicicleta ou ir andando quando a distância é pouca, ainda como carne mas estou quase conseguindo largar e virar completamente vegetariano, a constituição a partir deste ano exije que eu vote e farei o máximo para ser consciente. Você também faz todas estas coisas? Então relaxa, este protesto não é com você. Este protesto é contra os ignorantes imbecis que fazem tudo isso em uma escala muito maior, simplesmente pelo fato de que não viverão o suficiente para ver as inundações decorrente do derretimento das calotas polares no norte, ou a extinção e consequente desequilíbrio alimentar de várias espécies de animais. Apesar de poder ser aplicado a qualquer pessoa, dirijo este texto principalmente a donos de corporações e empresas multinacionais, que a cada dia matam mais nosso planeta simplesmente por que não estarão aqui para ver os danos produzidos.
O egoísmo chega a tal ponto que nem mesmo seu filhos e netos importam, o perigo iminente não é nada perto do grande lucro que ganham e diga-se de passagem, nada no mundo é tão caro que realmente valha a pena ter tanto dinheiro assim. A não ser que você conte a popularidade, daí é outra história.
- Um novo esporte legal no Canada? Matar filhotes de focas (Sim, os branquinhos) com tacos de baseball. Por que? Superpopulação decorrente da falta de predadores para estes animais. Bom, as focas realmente são culpadas, elas tem que pagar com a própria vida, não é mesmo?
- O solo da amazônia brasileira é pobre em nutrientes, e só produz vida por causa da grande humidade decorrente do grande número de árvores do local. Derrubar árvores inicia um processo de desertificação. Então, senhores desmatadores, quando foi marcado o julgamento de vocês por destruição do patrimônio mundial mesmo?
- Sabe por que baleias são legais? São gigantescas, não fazem mal à ninguém (a não ser ao pobre do krill D:), e de tão dóceis caem facilmente, e aos milhões, nas redes de pescadores japoneses. Se todas as baleias mortas pelo Japão fossem colocadas dentro do território do arquipélago, não haveria espaço. Mas elas são grandes, não devem ser tantas assim.
- Será que ninguém se toca que o petróleo está acabando? Será que ninguém se toca do número de materiais de uso doméstico que são fabricados a partir de petróleo? Alguém tem alguma alternativa de como produzir todo e qualquer tipo de plástico depois que o ouro negro acabar? Será que ninguém se toca que derrubar ele no mar é um puta desperdício?
Se conscientizar é a parte mais difícil. Depois que você vê que tudo isso é verdade, e que talvez seja tarde demais pra tomar alguma providência, fica fácil viver de forma a agredir menos o planeta. Afinal, ninguém aqui pediu permissão pra ele pra usar tudo isso.
Abrindo o blog! *-*
Prepare-se, você, que está vendo este primeiro e inalgural post! *-*/ Você está prestes a entrar em território sem volta, onde reina o caos e as loucuras de uma mente desestabilizada e instável eu pretendo postar minhas opiniões, textos argumentativos e contos, sem nenhum compromisso de continuidade. É, eu sou assim, algum dia eu vou simplesmente cansar dessa droga e parar de postar sem qualquer aviso, mas se realmente gostarem de mim, façam o favor de me puxar o saco o suficiente, talvez demore pra eu me entediar.
Porém, por enquanto, eu vou ser fiel e tentar postar uma vez por semana. Como eu to puto da vida meio chateado com algumas coisas que aconteciam no site onde eu postava fictions, o Nyah!, vou começar a postar minhas ficções por aqui. Se gostarem talvez eu poste mais, se não, fodam-se, eu vo largar de mão e usar meu talento magnífico minha parca habilidade de escrita para publicar um livro modinha sobre zumbis com cheiro de morango COFCOFedwardcullenhaterCOFCOF e ficar rico bagarai.
É isso gente, espero que vocês gostem e se tornem frequentadores daqui. :3 Posso parecer um fdp e maldito carrasco uma pessoa um tanto quanto anormal, mas quem me conhece sabe que sou gente boa, aguento críticas e zoações na boa. Se quizer usar a comment box pra me xingar, faça isso, realmente me diverte.

